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DA REDAÇÃO

A Associação dos Policiais Militares do ex-Território Federal do Amapá (Aspometerfa) divulgou nota onde lamentou a morte do vigia da OAB, Adriano Fortunato, mas disse que as autoridades precisam manter limites, e que a investigação dos fatos tem que ser ampla.

A Aspomoterfa avalia que o serviço preventivo da Polícia Militar, que tinha como modelo a polícia comunitária, passa por sérias dificuldades, “deixando de executar as ações em conjunto com a sociedade que objetivam a conscientização e a formação do cidadão de bem”.

“Hoje a maior parte da atuação da Polícia Militar é repressiva, e não raras vezes existem enfrentamento a tiros que infelizmente resultam em perdas de vidas que poderiam ser evitadas, se houvesse ações em conjunto com as entidades responsáveis pela formação do bem estar social”.

Ainda em nota, a associação de policiais foi mais além, e cobrou da OAB atuação mais firme em polêmicas envolvendo o governo do Estado, prefeitos e a Assembleia Legislativa.

“Também é importante a OAB se posicionar sobre a blindagem ao Governo do Estado que a Assembleia impede que ele seja investigado, bem como, cobre posição da Assembleia Legislativa, que tem um deputado preso e um outro na vaga sem a cassação do deputado preso”.

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