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SELES NAFES

Doze lojas do Amapá Garden Shopping, localizado na zona sul de Macapá, ficaram sem energia elétrica durante quase 40 horas durante o feriado prolongado. Ao menos três lojas afirmam que tiveram prejuízos.

O problema começou no domingo (30) pela manhã. A Burger King, por exemplo, garante que precisou descartar aproximadamente 2 toneladas de alimentos.

“Nossos produtos vêm 100% de São Paulo. Apesar de a câmara frigorífica ser capaz de aguentar 12 horas, preferimos fazer o descarte para garantir a qualidade dos nossos alimentos”, diz Rogério Santos, representante da franquia no Amapá.

Ele alega que a churrascaria do grupo também teve prejuízos, mas em menor proporção. Uma sorveteria também teria perdido o estoque. Lojas de roupas e calçados também tiveram dificuldades para trabalhar e atender clientes.

A assessoria de comunicação do Garden Shopping informou que o problema foi causado por água da chuva no barramento de uma parte específica do complexo, mas que o problema foi resolvido no início da madrugada desta terça-feira (2).

Alimentos sendo retirados da loja da Burger King. Fotos: Ney Pantaleão

Sobre o transtorno causado aos lojistas, a assessoria garantiu que a maioria das lojas conseguiu funcionar e atender clientes com o suporte dado por funcionários da administração do Garden.

“Levamos energia para as outras sorveterias e elas funcionaram. Nas lojas de roupas e calçados, por exemplo, o movimento estava bom e os lojistas não quiseram fechar as portas. Um deles usou uma lâmpada de emergência e estava carregando a máquina de cartão na loja ao lado. Outras lojas a gente estava ajudando com apoio para atendimento dos clientes e todas conseguiram operar”, garantiu nesta terça-feira a assessora do shopping, Camila Arocha.

Sobre a situação da Burger King e da churrascaria, a assessora deixou claro que precisa saber onde ocorreu o descarte dos alimentos, conforme alegado pelo proprietário.

“Temos um local específico para o descarte, mas o proprietário preferiu levar tudo num carro frigorífico para outro lugar. O shopping arcará com suas responsabilidades, mas primeiro precisamos saber onde houve o descarte, precisamos ver esses alimentos”, explicou ela.

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