MPF quer mais 4 empresas respondendo por desmoronamento de porto

Porto em Santana desmoronou deixando quatro funcionários mortos e dois desaparecidos.
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DA REDAÇÃO

O Ministério Público Federal (MPF) protocolou na Justiça Federal, pedido de inclusão de quatro empresas do Grupo Anglo na ação civil pública que pede a reparação de danos ambientais causados pelo desmoronamento do porto de embarque e desembarque de minério, em Santana, a 17 quilômetros de Macapá.

O acidente ocorreu em 2013, e matou quatro funcionários e deixou dois desparecidos. A estrutura do porto, equipamentos, veículos e minério de ferro submergiram nas águas do rio Amazonas.

O MPF quer, em caráter liminar, o bloqueio de R$ 100 milhões como garantia de reparação ambiental da área degradada. Segundo a ação, a inclusão das empresas se dá “em razão do efetivo proveito econômico auferido com a atividade”.

O MPF pede que “todos os agentes que têm ou tiveram relação com a área, com o empreendimento e, consequentemente, com o dano, sejam responsáveis solidariamente com a reparação e/ou indenização cabíveis”.

Assim, tanto a Anglo quanto a Zamin ficam responsáveis pela recuperação da área afetada.

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