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O Batalhão Ambiental apreendeu 6.300 hastes de palmito sem documentação em uma área do Igarapé da Fortaleza, distrito do município de Santana. Além do produto, também foram apreendidas carne de caça e dez botijões de gás que eram transportados sem nenhum cuidado e sem as licenças necessárias.

Palmito in natura ficou guardado no Batalhão Ambiental

Palmito in natura ficou guardado no Batalhão Ambiental

 

O material estava em três embarcações que saiam de Santana pelo Canal do Igarapé, provavelmente para a comercialização em regiões ribeirinhas da comunidade e para beneficiamento em fábricas clandestinas. As pessoas que estavam transportando o material estavam prestando serviço a uma empresa local que não teve o nome divulgado, mas que de acordo com o Batalhão Ambiental, estava sem a licença necessária para a extração e comercialização do palmito. 

Outra irregularidade da empresa era a falta de um plano de manejo florestal, que é necessário para a realização da extração do palmito, uma prática que pode causar a extinção das palmeiras de açaí e pupunha por conta da extração desenfreada. 

De acordo com o batalhão, o plano é necessário para evitar a derrubada desorganizada de palmeiras. Toda a ação do Batalhão foi feita em meio a uma operação agendada, que fiscalizava áreas e portos de Macapá e Santana com duas viaturas, dois barcos, uma lancha e 14 policiais. O produto apreendido foi enviado no fim da tarde para a Casa da Hospitalidade, em Santana. 

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