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Waldez Góes (PDT)

O candidato da coligação “A Força do Povo”, Waldez Góes (PDT), teve como principal agenda na quinta-feira, 9, o evento de adesão do ex-candidato Jorge Amanajás (PPS) e de outras 50 lideranças entre  prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais.

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O encontro também apresentar os novos coordenadores. Jorge Amanajás assumiu a coordenação política e o ex-senador Gilvam Borges a coordenação geral. Sobre o encontro, Waldez ressaltou que é preciso nivelar o conteúdo, as propostas e a postura da campanha, para depois ir a campo. “Agora todos os nossos aliados têm de fazer valer a sua adesão e o poder de sua militância”, destacou.

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Já o coordenador político, Jorge Amanajás preferiu apontar as razões pelas quais os candidatos eleitos e reeleitos não devem compor a base de apoio ao adversário. “Vocês que têm mandato, sabem que durante muito tempo, o governo estadual entrou numa queda de braço com o Poder Legislativo”, disse Amanajás. Uma das estratégias discutidas foi a necessidade de potencializar a exploração em torno da rejeição do atual governo, medida pelo Ibope no início da campanha em 68%.

 

Camilo Capiberibe (PSB)

A principal agenda de Camilo Capiberibe (PSB), candidato à reeleição pela coligação “Frente Popular”, também foi um evento de adesão. Foi a entrada dos senadores Davi Alcolumbre (recém eleito com 36% dos votos) e de Randolfe Rodrigues (PSOL), eleito em 2010. A coligação já tinha a participação do senador João Capiberibe (PSB).

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O encontro reuniu a militância de pelo menos 8 partidos no auditório do Macapá Hotel. Randolfe ressaltou que a vitória de Davi foi a devolução da vaga do Senado ao povo do Amapá. “Durante 24 anos o Amapá serviu aos interesses de alguém que nem mora aqui”, discursou.

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O candidato Camilo Capiberibe disse ser uma honra a adesão de Davi. “Não fizemos uma aliança qualquer, fizemos uma aliança vitoriosa. É uma união contra a corrupção”, resumiu. Davi disse que escolheu apoiar Camilo utilizando o mesmo critério para apoiar Lucas Barreto (PSD) no primeiro turno. “Escolhi um candidato que não tem problemas com a Justiça e respeita o dinheiro público. E ainda se comprometeu em assumir algumas propostas que defendemos durante a nossa campanha, como a prioridade na conclusão de estradas e a implantação da Zona Franca Verde”, justificou o novo senador.

 

 

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