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Uma equipe da prefeitura de Macapá está no Arquipélago do Bailique para observar de perto o problema enfrentado pelos moradores das vilas Progresso e Macedônia, que sofrem com o fenômeno conhecido como “terra caída”, e que já derrubou pelo menos 15 casas e parte do posto de saúde que atende a região. Mais 30 casas estão prestes a desabar.

Os técnicos estão colhendo informações que vão fazer parte de um relatório que será enviado para a Secretaria Nacional de Defesa Civil, informando sobre a situação de emergência e solicitando recursos para obras emergenciais nas duas vilas que se encontram às margens do rio Marinheiro.

Uma parede do posto de saúde teve que ser derrubada

Uma parede do posto de saúde teve que ser derrubada

O coordenador da Defesa Civil Municipal, Maycon Vaz, informou que até o momento cerca de 30 residências e alguns prédios administrativos estão na iminência de desabamento devido estarem próximos à margem. “Estamos catalogando e identificando as residências das vilas Progresso e Macedônia que correm perigo de desabar, além de analisar a situação da Unidade Básica de Saúde que está parcialmente destruída. As pessoas estão construindo casas mais acima da margem, ou seja, recuando as edificações. Algumas mudaram para casas de parentes até que a nova moradia seja construída”.

Equipe da prefeitura de Macapá colhe informações para um relatório

Equipe da prefeitura de Macapá colhe informações para um relatório

A Unidade Básica de Saúde localizada na Vila Progresso foi parcialmente destruída pela erosão. Foi necessário derrubar uma das paredes que estava comprometida. Os atendimentos emergenciais estão ocorrendo nas outras salas que não foram danificadas. O abastecimento de água na região não sofreu danos e o sistema elétrico ficou parcialmente comprometido devido a queda de alguns postes.

(Fotos: Rômulo e Ascom/prefeitura)

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