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O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, liberou nota confirmando o depósito de R$ 129 milhões para o Amapá, e afirmando que a liberação ocorreu graças ao esforço conjunto do governo do Amapá e da bancada no Senado.  

Houve uma polêmica a respeito da articulação política que resultou a liberação. Nas últimas semanas, a direção do banco recebeu no Rio de Janeiro representantes do Senado e o próprio governador Waldez Góes (PDT) em diferentes momentos.

Os senadores chegaram a protocolar um pedido de informações sobre a aplicação da primeira parcela dos recursos liberada ainda na gestão anterior, o que para o governo retardou em alguns dias a liberação do dinheiro. Já os senadores negam que isso tenha atrapalhado.

Polêmicas à parte, o presidente do BNDES disse que a liberação é resultado da ação conjunta. “Tivemos aqui um excelente exemplo de como é possível trabalhar de maneira conjunta por um objetivo comum. Como resultado do empenho de todos os senadores e do Executivo, a população deve contar mais rapidamente com os serviços de que tanto necessita”, disse o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

O depósito nas contas do Estado foi feito na última quinta-feira, 23, num total de R$ 129,059 milhões. Com a liberação, será possível retomar obras estruturantes importantes que foram interrompidas no ano passado e outras este ano, como a construção da ponte sobre o Rio Matapi, obra que o governo não pagava havia quase 1 ano.

Mais de 50 obras tocadas com dinheiro do BNDES foram interrompidas porque o Estado ficou inadimplente no fim do ano passado. Entre essas obras estão a ampliação e reforma do Hospital da Criança e do Adolescente em Macapá, a ampliação do Hospital Estadual no Município de Santana e a construção de uma Unidade de Nefrologia; a implantação de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em Macapá e Laranjal do Jari, a construção do Hospital de Partos Normais (maternidade da zona norte) em Macapá.

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