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A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 14, a Operação Barriga de Aluguel que investiga pagamentos fraudulentos do salário maternidade. O número de prisões não foi informado, mas foram expedidos mandados de prisão temporária e condução coercitiva para um funcionário do INSS e para um presidente de associação de pescadores.

Segundo a PF, o golpe ocorria em Macapá e no município de Tartarugalzinho, a 232 quilômetros da capital. As investigações iniciaram depois de uma denúncia anônima e encontraram indícios de que gestantes e mães de crianças menores de 5 anos seriam “captadas” para receber o benefício. O processo era endossado por uma declaração da associação de pescadores.

A Justiça expediu quatro mandados de prisão temporária, três conduções coercitivas, oito mandados de busca e apreensão, duas medidas cautelares de afastamento das funções de servidor da Previdência Social e de presidente da associação.

O prejuízo inicial seria de R$ 35,5 mi, mas pode ser bem maior já que as investigações serão ampliadas com a apreensão de documentos.

Mais de 50 policiais participaram do cumprimento dos mandados, além de dois servidores do INSS.

Os crimes investigados são de estelionato qualificado contra a Previdência Social, associação criminosa, falsidade material, falsidade ideológica e uso de documento falso e inserção de dados falsos em sistema de informações.

Os presos foram levados para a sede da PF, na Zona Norte. A prisão temporária tem duração de cinco dias, mas pode será prorrogada.

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