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DA REDAÇÃO

Policiais federais do Amapá prenderam na manhã desta segunda-feira, 26, os suspeitos de incendiar a ponte sobre o Rio Maracá, na BR-156, a 130 quilômetros de Macapá. Eles são considerados os organizadores do ato de vandalismo que terminou com a destruição da ponte e a agressão a policiais rodoviários federais.

Os mandados de prisão preventiva da Justiça Federal foram cumpridos por 50 policiais. Dos 7 mandados expedidos, quatro não foram cumpridos porque os acusados não foram localizados.  

Ponte foi destruída, mas já começou a ser reconstruída. Foto: Rodrigo Sales

Ponte foi destruída, mas já começou a ser recuperada. Foto: Rodrigo Sales

O protesto que terminou com a destruição da ponte sobre o Rio Maracá ocorreu no último dia 14. Os moradores reivindicavam combustível para os geradores de energia da comunidade que estava sem luz havia quase uma semana.

Policiais rodoviários chegaram a entrar em confronto com os manifestantes que atiraram pedras e chegaram a usar armas de fogo contra os agentes.  Eram pelo menos 200 manifestantes. A PRF revidou com bombas de gás e armas não letais.

Segundo a PF, os manifestantes usaram “táticas de guerrilha, agrediram com pedras, fogos de artifício e tiros de espingardas contra os policiais rodoviários federais que tentavam conter o incêndio da ponte”, informou a instituição em nota.

Os acusados, considerados os líderes do movimento, foram levados para o Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen). Eles poderão ser indiciados por lesão corporal, dano contra o patrimônio da União, desobediência, associação criminosa, resistência e tentativa de homicídio.

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