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SELES NAFES

Estudantes da Universidade Federal do Amapá (Unifap) levaram um grande susto na noite da última quinta-feira, 1º, ao ler um aviso no bloco do curso de Educação Física. O cartaz informava que o prédio estava interditado por causa de um caso de meningite. A reitoria da Unifap desmentiu a notícia e diz que houve precipitação da coordenação do curso.

O texto do cartaz é impactante, e afirma com todas as letras que as salas do bloco estavam interditadas por tempo indeterminado até segunda ordem, “em virtude de um caso de meningite (contagioso)”.

A informação assustou muitos alunos que divulgaram o aviso nas redes sociais, causando até o esvaziamento de uma área da universidade.

No início da semana, um aluno do curso morreu de outras complicações de saúde, mas não de meningite. A repercussão do aviso de interdição levou os pais até a Unifap. Eles foram recebidos pela reitora Eliane Superti, e mostraram o atestado médico que descarta a doença.

Antes disso, a reitoria já havia determinado que o aviso fosse retirado.

“O Ministério da Saúde já havia divulgado uma cartilha onde explica que a meningite se contrai apenas pela convivência, e não com o contato de menos de 6 horas. Esse aluno quase não estava frequentando o curso, e uma semana antes de falecer veio aqui para rever amigos”, explicou.  

A reitoria disse que houve precipitação da coordenação do curso em interditar o prédio, e que, inclusive, ele não teria poderes para isso.

“Iremos escrever uma carta à comunidade informando que houve essa precipitação”, concluiu a reitora.

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