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CÁSSIA LIMA

Três municípios do Amapá iniciaram essa semana o uso do aterro sanitário de Macapá. Serão despejadas mais de 200 mil toneladas mensalmente de lixo produzido por moradores da capital, Santana e Mazagão.

O uso do aterro pelos municípios só foi possível com o Termo de Cooperação entre prefeitura de Macapá e as prefeituras dos municípios de Santana e Mazagão. O acordo é resultado de uma articulação do senador Randolfe Rodrigues junto ao Município de Macapá, desde 2013, quando constatou a situação alarmante em que se encontrava o despejo a céu aberto de lixo.

Articulação de senadores e prefeitos garantiu assinatura do termo. Foto: arquivo/SN

“Esta é uma demonstração de que os políticos de Macapá, como os nossos senadores Randolfe e Davi, estão unidos em prol do desenvolvimento do nosso Estado. Esperamos que esse seja apenas o primeiro passo para novos avanços no município”, destacou o prefeito de Santana, Ofirney Sadala.

A cidade de Macapá é uma das poucas cidades da Região Norte que hoje possui aterro sanitário, criado em 2013, na gestão do prefeito Clécio Luís. O local passou por transformações e atualmente está dentro das normas exigidas pela Lei nº 12.305/10, da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Com a assinatura do documento, Santana e Mazagão passam a ter a concessão para a utilização do aterro.

Assinatura do termo de uso do aterro. Foto: Rui Brandão

 “Queremos que Mazagão tenha seu próprio aterro sanitário. Mas, hoje, com a parceria do prefeito Clécio e dos nossos senadores, encontramos uma solução imediata para o problema, o que nos trará um alívio muito grande”, disse o prefeito Dudão, do município de Mazagão.

O senador Davi Alcolumbre que esteve na assinatura informou aos prefeitos que irá propor à bancada federal novas medidas de mais melhorias para os municípios.

Foto de capa: Rui Brandão

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