Preso na França, acusado de matar sargento da PM tem habeas corpus negado

O sargento Hudson Conrado foi assassinado a tiros, em outubro de 2017, na frente do Museu Sacaca
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Da REDAÇÃO 

Foi negado nesta quinta-feira (8) pelo Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap) o pedido de habeas corpus de José Gabriel de Sousa Bonfim, acusado pelo latrocínio do sargento da Polícia Militar, Hudson Conrado.

O PM foi morto a tiros, na frente do Museu Sacaca, no bairro do Trem, em Macapá, em outubro de 2017. Procurado até mesmo pela Interpol, o acusado foi encontrado em fevereiro do ano passado em Paris, na França. Desde então, José Gabriel está em prisão preventiva na Europa. A foto de capa desta matéria foi tirada pelo próprio réu e divulgada em uma rede social, antes de ser capturado.

Desembargador Rommel Araújo: habeas corpus negado. Foto: Ascom Tjap/divulgação

O pedido da defesa de revogação da prisão, com o argumento de excesso de prazo para a conclusão da instrução e julgamento, foi unanimemente rejeitada pelos membros do órgão colegiado, que seguiram o voto do relator do caso, o desembargador Rommel Araújo.

Em sua declaração, Araújo considerou não haver o excesso de prazo argumentado pela defesa, uma vez que a audiência de instrução aguarda apenas o processo de extradição do acusado para ser concluído.

Sargento Hudson foi morto a tiros, em 2017. Foto: arquivo familiar

“A meu sentir a conveniência da instrução criminal e a garantia da aplicação da lei penal são razões que subsistem, motivo pelo qual denego a ordem de Habeas Corpus”, argumentou.

A Corte recomendou ainda que após a extradição, o acusado deve ser conduzido a presídio em outro estado da federação com a finalidade de garantir sua integridade física.

Leia mais sobre o caso em:

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Na lista da Interpol, assassino de sargento da PM é preso em Paris

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