Compartilhamentos
A eleição no Sindicato dos Servidores em Educação do Amapá (Sinsepeap) está longe do fim. Denúncias de urnas sem lacre no dia da votação (domingo, 1º) fortaleceram o discurso das chapas que se organizam para pedir a anulação do processo. Três dias depois, ainda não se conhece oficialmente o resultado da eleição que ainda precisa computar os votos de papel do interior do Estado.
Em Macapá e Santana urnas eletrônicas foram utilizadas. Problemas ocorreram com as de papel

Em Macapá e Santana urnas eletrônicas foram utilizadas. Problemas ocorreram com as de papel

No resultado parcial, a Chapa Democracia tinha a vitória nas urnas de Macapá e Santana, graças a uma liminar que manteve inscritas 18 pessoas do grupo que tinham sido impugnadas por falta de prestação de contas em administração anterior à atual, do presidente Aroldo Rabelo.
Outro problema foram as urnas de alguns municípios que chegaram com os lacres rompidos. A comissão eleitoral disse que só poderá se posicionar em relação aos pedidos de impugnação após o fim da contagem dos votos, previsto para esta quinta-feira, 05.
Estima-se que no máximo 4 mil professores votaram, de um universo de 13 mil

Estima-se que no máximo 4 mil professores votaram, de um universo de 13 mil

A comissão corre contra o tempo para começar a receber e a analisar as denúncias com pedidos de anulação. “Já recebemos as demandas, porém, só poderemos começar a validar esses processos após o fim da contagem de votos”, reforçou o presidente da comissão eleitoral Marinaldo Souza. 
A comissão já adiantou que em alguns municípios as urnas chegaram sem as chaves, por isso os lacres teriam sido rompidos. Essa foi a eleição menos movimentada do sindicato. Apenas 4 mil votos foram computados, um valor que representa apenas 35% dos docentes sindicalizados. 
Compartilhamentos