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Pelo menos 8 vigilantes da empresa LMS já foram presos pela Polícia Militar desde que  a Secretaria de Educação do Estado (Seed) expediu ofício à PM para que retire os profissionais das escolas estaduais com uso da força. A Seed quer que as novas empresas, contratadas numa licitação que foi suspensa pela Justiça, assumam os postos de trabalho.

Os resultados da licitação foram suspensos no mês passado por determinação do juiz João Guilherme Lages atendendo a uma ação do Sindicato das Empresas de Segurança. A entidade alegou irregularidades na publicidade e no prazo de recurso, apenas 30 minutos na hora do almoço.

Presa, vigilante passou mal no Ciosp do Pacoval e precisou de atendimento médico

Presa, vigilante passou mal no Ciosp do Pacoval e precisou de atendimento médico

Mesmo assim, a Secretaria de Educação encaminhou documento à PM para que retire os vigilantes dos postos de trabalho. Nesta segunda-feira, 08, na Escola Irineu da Gama Paes, no Bairro Zerão, a vigilante que estava no plantão foi retirada à força.

Ela foi presa e encaminhada ao Ciosp do Pacoval onde precisou de atendimento médico. A vigilante foi levada para o Hospital de Emergência por uma equipe do Samu.

Uma das prisões de vigilantes ocorreu na Irineu da Gama Paes, no Congós

Uma das prisões de vigilantes ocorreu na Irineu da Gama Paes, no Congós

A LMS soltou uma nota dizendo que todos os vigilantes devem continuar trabalhando normalmente, até que a haja uma decisão judicial final sobre o processo de licitação do Governo do Estado.  

A Seed também divulgou nota afirmando que a ação que suspendeu o resultado da licitação é apenas protelatória e que não é possível interromper o que já foi encerrado, referindo-se ao pregão  eletrônico. 

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