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Até a última segunda-feira, 20, o município do Oiapoque, localizado a 590 quilômetros de Macapá, já havia notificado 562 casos suspeitos da febre chikungunya. Já foram confirmados 330 casos da doença na região. Órgãos do setor sanitário intensificaram as ações de combate ao mosquito aedes aegypti, responsável pela disseminação da febre.

O principal alvo dos agentes nesse momento são os quintais das casas do município. O objetivo é eliminar qualquer possível foco do mosquito transmissor. “Com esse trabalho conseguimos conter a doença e mantê-la em Oiapoque. Sem isso, a chikungunya já teria alcançado outros municípios do Estado”, enfatizou a coordenadora de Vigilância em Saúde (CVS), Angélica Lima.

Outra medida tomada para impedir o avanço da doença são as barreiras sanitárias montadas na BR-156. As pessoas que saem de Oiapoque para Macapá ou outros municípios recebem orientações de como evitar a proliferação caso estejam com o vírus, que demora cerca de uma semana para se manifestar no paciente. Os veículos também são borrifados com fumacê.

Segundo os dados repassados pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde do Estado (CVS), além dos casos em Oiapoque, outros quatro já foram confirmados em Macapá. Um era importado – termo usado para as pessoas que adquiriram a doença fora do Brasil – e outros três locais, mas a origem é o município de Oiapoque. Um caso foi registrado em Santana, também importado, e dois casos suspeitos. No município de Porto Grande também existe a suspeita de um caso da doença.

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