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Os guardas municipais de Macapá entraram no segundo dia de greve por tempo indeterminado. A categoria reivindica promoção de servidores, além de melhores condições de trabalho e realização de concurso público. A Prefeitura informou que vai reunir com os trabalhadores.

A categoria fez na quarta-feira, 15, uma paralisação de advertência. Como não teria recebido um aceno da prefeitura, resolveu iniciar a greve. De acordo com o Sindicato dos Guardas e Inspetores Municipais de Macapá (Sigimma), a principal reivindicação é a assinatura do decreto que prevê a promoção de guardas e inspetores, além de capacitação para uso de arma de fogo. “Queremos também que seja cumprida a lei de armamento e estruturação da guarda municipal”, explicou o presidente do sindicato, João Avelar.

A lei do armamento da Guarda Municipal foi sancionada no dia 11 de agosto deste ano pela presidente Dilma Roussef. Com isso, Guardas Municipais em todo o Brasil passam a ter poder de polícia para averiguar suspeitos, autuar em infrações de trânsito e usar arma de fogo durante o serviço. Segundo a classe, a lei não está sendo cumprida em Macapá. “Nenhum guarda tem arma ou fez curso de capacitação. Acontece que nós estamos custeando do próprio bolso esses cursos para uso de armas”, confirma o guarda municipal Júnior Silva.

A Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Macapá informou que o prefeito Clécio Luís deve reunir com a categoria até o fim do dia.

 

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