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Cerca de 100 vigilantes protestaram nesta segunda-feira, 21, em frente ao Palácio do Setentrião, no Centro de Macapá. A principal reclamação é sobre uma suposta recomendação do governo para que as empresas diminuam em 25% a folha de pagamento, com isso muitos seriam demitidos. Os trabalhadores dizem que existem outros meios para redução na folha de pagamento.

“Nós praticamente amanhecemos sem emprego porque as empresas vão demitir funcionários para cortar gastos. Os trabalhadores não podem pagar pela crise”, enfatizou o vigilante Adriano Santos.

Os vigilantes se concentraram na Praça da Bandeira. Fotos: Cassia Lima

Os vigilantes dizem que não são culpados pela crise. Fotos: Cassia Lima

Segundo o Sindicato dos Vigilantes do Estado, cinco empresas prestam serviços de vigilância para as Secretarias de Educação e Administração. Ao todo, elas empregam mais de 3 mil homens e mulheres que fazem a segurança de patrimônios públicos no Estado do Amapá.

“Além disso, estamos com três meses de salários atrasados, sem contar que têm empresas que pagam os mesmos salários desde 2013”, frisou a vigilante Daniela Costa, que também aderiu ao protesto.

Segundo a Secretaria de Estado da Administração, a recomendação, na verdade, é um ofício circular baseado no decreto do governador sobre a contenção de gastos, informando às empresas a retirada dos vigilantes diurnos.

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