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Servidores públicos estaduais dos setores econômico e de engenharia se uniram aos trabalhadores da área de infraestrutura e decidiram entrar em greve a partir do dia 26 deste mês. A decisão foi tomada em uma reunião que aconteceu nesta sexta-feira, 16. Segundo os trabalhadores, o governo do Estado não cumpriu acordos de reajuste salarial negociados na Agenda do Servidor.

O Sindicato dos Servidores Públicos do Setor Econômico do Estado do Amapá (Sindecon) decidiu unificar o movimento com servidores do município de Macapá.

Wellison

Wellinson Severino: pauta unificada com o município

“Servidores do Estado e da prefeitura estão unidos nessa pauta. Queremos que os dois poderes nos paguem gratificação, reajuste salarial e a implantação do nosso plano de carreira, cargos e salários”, frisou Wellinson Severino, presidente do Sindecon.

Segundo Wellinson, a greve deve paralisar os serviços de órgãos como, Rurap, Imap, SDR, IEF, Sema e Setec. Ao todo, são mais de 200 funcionários entre pesquisadores, tecnologistas, analistas, técnico rural e ambiental e outros.

Fernando Santos:

Fernando Santos: não conseguimos diálogo nenhum

“O governo suspendeu nosso acordo e não conseguimos diálogo nenhum. Vale destacar que esse acordo foi construído com o Estado e as categorias. Hoje dizem que não tem dinheiro, mas por outro lado o governo gasta com Expofeira, muito controverso”, enfatizou o delegado do Sindicato dos Engenheiros do Amapá, Fernando Santos.

Os servidores pretendem cruzar os braços no período de 26 de outubro a 3 de novembro. Após isso, uma assembleia será realizada para deliberar sobre os rumos do movimento.

A Secretaria de Estado da Administração (Sead) informou que irá se manifestar sobre o assunto nos próximos dias.

 

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