Compartilhamentos

VALDO SALES

Pesquisadores de instituições de ensino e pesquisa participaram, nesta quarta-feira, 23, de um debate sobre a execução do projeto de energia renovável no Estado. O evento foi realizado no auditório na Escola de Administração Pública do Amapá (EAP) e foi promovido pela E & P Total do Brasil, empresa que trabalha na exploração de petróleo sediada no Rio de Janeiro, e Federação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amapá (FAPEAP).

A proposta é desenvolver a geração de energia renovável em áreas de vulnerabilidade socioeconômica do Amapá.   O passo inicial para o amadurecimento da ideia de criar possibilidades de geração de novas fontes de energia em solo amapaense foi o lançamento do edital para a escolha dos pesquisadores que vão aprofundar os estudos na exploração do potencial energético do estado, sem degradar o meio ambiente.

Fundação recebeu da empresa Total R$ 1 milhão para selecionar projeto de energia em comunidades. Fotos: Valdo Sales

Fundação recebeu da empresa Total R$ 1 milhão para selecionar projeto de energia em comunidades. Fotos: Valdo Sales

“Quanto mais trabalho a gente receber dos pesquisadores, maiores são as chances de termos um projeto melhor selecionado e sendo implementado para fazer a diferença em uma comunidade e sua geração futura geração”, enfatizou o diretor de Saúde e Meio Ambiente da E & P Total, Cláudio Costa.

Os estudos são coordenados pela Federação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amapá. A instituição já recebeu R$ 1 milhão da E & P Total para investir em um projeto que ainda será selecionado. 

De acordo com o diretor da fundação, Edilson Pereira, as comunidades onde o projeto será implantado vão ter condições de desenvolver, de acordo com sua vocação econômica. A energia renovável será responsável pelo crescimento desses locais.

“Se a comunidade estiver impossibilitada de executar qualquer atividade que necessite de energia, o projeto vai dar condições para que esse potencial econômico possa fluir e melhorar a qualidade de vida dos moradores”, afirmou.

O projeto escolhido vai ser implantado ao longo de dois anos nas comunidades selecionadas.  Só participam do processo de escolha pesquisadores amapaenses.      

Compartilhamentos