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SELES NAFES

Uma equipe de policiais militares do Amapá conseguiu um feito inédito no atletismo regional. Conquistou o segundo lugar na Ultramaratona do Círio, na madrugada deste sábado, 8, em Belém (PA). O percurso, de 90 quilômetros, fica entre as cidades de Castanhal e a capital paraense.

A prova, muito extenuante, é para poucos. Apenas 120 atletas de vários estados toparam o desafio, entre eles a equipe do Amapá formada pelo coronel da reserva Laurelino Conceição, ex-comandante do 1º Batalhão da PM; tenente Monteiro, sargento Jandira e cabo Naraiã.  

Antes da primeira largada, na cidade de Castanhal. Fotos: Divulgação

Antes da primeira largada, na cidade de Castanhal. Fotos: Divulgação

Ritmo forte: policiais treinaram estratégia própria para encarar revezamento

Ritmo forte: policiais treinaram estratégia própria para encarar revezamento

Eles cumpriram o percurso em 7 horas e 41 minutos, com a chegada no Largo de Nossa Senhora de Nazaré, no tradicional Bairro de Nazaré, área central de Belém. O primeiro lugar ficou com uma equipe de cadetes da Polícia Militar do Pará.

A prova, bem desgastante, foi realizada no período com menos calor. Foram duas largadas. A primeira ocorreu às 17h em Castanhal com percurso de 20 km. E a segunda, para 70 km, às 20h, com chegada em Belém às 2h.

Parentes ajudaram no carro de apoio

Parentes ajudaram no carro de apoio

Sargento Jandira recebe água em trecho da BR-316

Sargento Jandira recebe água em trecho da BR-316

“O trecho mais complicado foi a chegada em Belém, já por causa do desgaste da equipe. A escuridão e o trânsito intenso na rodovia também dificultam um pouco”, comentou o coronel Laurelino Conceição.

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Momento da troca de atletas, entre coronel Laurelino e sargento Jandira

Chegada no Largo de Nazaré, às 2h deste sábado, 8

Chegada no Largo de Nazaré, às 2h deste sábado, 8

As equipes correram em revezamento. No grupo amapaense, cada atleta percorreu cerca de 22 quilômetros e meio, obedecendo a uma estratégia própria da equipe. Um carro de apoio levava água, alimentos e suplementos, e a cada 6 quilômetros o atleta era trocado.

A estratégia tinha sido treinada em Macapá, e com o ritmo forte da corrida acabou fazendo a diferença.

“O ritmo é muito intenso. Mas conseguimos um ótimo resultando disputando com atletas de elite do Pará, Maranhão, Tocantins e de outros estados”, comemorou o coronel.

 

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