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SELES NAFES

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Amapá publique em seu site que o candidato Gilvam Borges (PMDB) não possui condenação por compra de votos.

A ação com pedido de liminar no TSE foi ajuizada pela coligação  ‘Atitude e Trabalho por Macapá’, formada pelo PMDB, PROS, PDT, PPS, PTN, PSD e SD.

Promotora eleitoral Andréa Guedes, durante coletiva no sábado, 1. Foto: Seles Nafes

Promotora eleitoral Andréa Guedes, durante coletiva no sábado, 1. Foto: Seles Nafes

A coligação reclamou da conduta da promotora Andréa Guedes que, na véspera da eleição, anunciou em entrevista coletiva que Gilvam Borges estava sendo denunciado por compra de votos e abuso de poder político.

De acordo com o MPE, Gilvam e o vice, Adiomar Veronese (PROS), participaram de uma reunião com 400 famílias da Associação dos Sem Casa de Macapá horas depois de o governo do Estado ter anunciado a doação de 900 lotes urbanos para a entidade.

Gilvam no domingo de eleição. Foto: Ascom

Gilvam no domingo de eleição. Foto: Ascom

No dia 1º, a promotora ingressou com ação de investigação judicial eleitoral contra o candidato, o vice, o governador Waldez Góes (PDT) e o presidente da associação, Carlos Gomes Silva, o Açaituba. O MPE pediu a cassação do registro de candidatura ou do diploma de Gilvam.  

Entretanto, a coligação afirma que a divulgação um dia antes da eleição tentou desequilibrar o pleito, e que o episódio gerou propaganda negativa nas redes sociais contra Gilvam Borges.

Gilvam faz oração no encontro com eleitores interessados nos lotes

Gilvam na reunião com os  Sem Casa’. Foto: MPE

O ministro Herman Benjamin, corregedor-geral da Justiça Eleitoral, determinou que o TRE do Amapá publique em seu site “em local de destaque, notícias desmentindo a perda de registro, até o encerramento do escrutínio em primeiro turno e, em caso de segundo turno, até o dia 30 de outubro”.   

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