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SELES NAFES

Depois de acompanhar a chegada do deputado e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Amapá (Alap), Moisés Souza (PSC), no Centro de Custódia do Zerão, a promotora de Justiça, Andréa Guedes, da Promotoria de Investigações Criminais (Picc), conversou com jornalistas e pediu que a sociedade denuncie a localização do ex-deputado Edinho Duarte, também condenado a 13 anos de prisão.

Em entrevista gravada em vídeo pelo jornalista Olívio Fernandes, diz que “tudo acabou como tinha de acabar”. 

Os empresários Marcel e Manoela Bitencourt, proprietários da empresa MSB consultoria, também estão foragidos. Eles foram condenados em agosto a 11 anos de prisão, cada um. Segundo o Ministério Público, a empresa deles recebeu R$ 397 mil da Alap sem a execução do serviço. 

Além disso, houve dispensa ilegal de licitação, e todos os réus foram condenados também por peculato/desvio. Outro réu que se entregou junto com o deputado Moisés Souza foi o ex-secretário de Finanças da Alap, Edmundo Ribeiro Tork Filho.

As prisões foram ordenadas pela desembargadora Sueli Pini, presidente do Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap) a pedido do MP, que alegou que os réus ofereciam perigo, e que a liberdade deles, mesmo 3 meses depois da condenação por colegiado, demostravam que o sistema judicial não estava funcionando. 

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