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DA REDAÇÃO

A Secretaria de Administração do Amapá (Sead) divulgou nesta terça-feira (22) que pediu que a Polícia Civil entre no caso da suposta foto do concurso público da Polícia Militar. A imagem foi viralizada ontem nas redes sociais.

Enquanto não houver confirmação oficial da fundação, Sead trata como “suposta” a foto da prova

Em nota divulgada nesta manhã, a Sead confirma o que já havia sido revelado na segunda-feira pelo portal SELESNAFES.COM, sobre a decisão da secretaria de notificar oficialmente a Fundação Carlos Chagas, contratada mediante licitação para organizar e realizar o concurso para soldado combatente. A fiscalização e todas as medidas de segurança são responsabilidade da FCC. 

A prova foi realizada no domingo (20) para mais de 14 mil candidatos que disputam 1,2 mil vagas, sendo 300 para chamada imediata.

A foto viralizada mostra questões da prova de História do Amapá, e o nome do suposto candidato que teve acesso o local da prova usando um telefone celular, o que é proibido.

Candidatos criaram grupos no WhatsApp para organizar manifestações pedindo o cancelamento do concurso. Outros já ingressaram com recursos com o mesmo objetivo. A Sead, no entanto, decidiu agir com cautela e aguardar as explicações da fundação.

Ainda no comunicado divulgado hoje, a Secretaria de Administração “reitera total compromisso com a lisura do concurso público, cujos fundamentos são imparcialidade e impessoalidade, garantindo condições iguais para todos os candidatos”.

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