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PSOL e Davi

davi e randolfe

As conversas entre PSOL e Democratas estão bem adiantadas. É quase 100% de certeza que o senador Randolfe Rodrigues entre na campanha do deputado federal e democrata Davi Alcolumbre na corrida pela sucessão de José Sarney (PMDB). A conversa para o governo seria outra. Os principais dirigentes do PSOL tem reafirmado que a pré-candidatura de Chelala é pra valer.

Emendas esquecidas

Uma das missões do novo secretário de Saúde, Jardel Nunes, será executar compras com dinheiro de emendas parlamentares. Algumas delas, que somam cerca de R$ 4 milhões liberados pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL), correm o risco de caducar. A Sesa já poderia ter usado o dinheiro para comprar equipamentos hospitalares. O dinheiro está na conta desde 2011.

 

Vento a favor?

Um certo ar de otimismo tem pairado no PSB. Pesquisas internas tem apontado recuperação do governador Camilo Capiberibe em relação à aprovação do governo. A expectativa é de que os índices melhorem depois do carnaval e da inauguração da Banda Larga (linhão da Oi), prevista para daqui a duas semanas. O choque de gestão na saúde, com a troca de secretários, também é considerado um fator que pode influenciar na avaliação positiva, desde que venham resultados positivos, é claro.

 

Organização com salário maior

Roseli Matos com representantes da Associação de Procuradores

Roseli Matos com representantes da Associação de Procuradores

A Assembleia Legislativa promulgou a lei que reestrutura a carreira dos procuradores do Estado. O ato foi assinado pela vice-presidente Roseli Matos (DEM). A promulgação ocorreu depois que os deputados derrubaram os vetos do governador Camilo Capiberibe (PSB) ao projeto original. A parlamentar recebeu a Associação de Procuradores que tem como presidente Narson Galeno. Na prática, uma das mudanças é o aumento dos salários dos procuradores passando dos R$ 13 mil atuais podendo chegar a R$ 18 mil. Os procuradores dizem que além modernizar, a lei também organiza a carreira.

 

Estagnação

O descontentamento de boa parte da classe estudantil com a gestão do atual reitor da Unifap, José Carlos Tavares, tem algumas explicações que só quem frequenta a universidade consegue perceber com maior clareza. A expansão da estrutura física de alguns cursos e a estagnação de outros é latente. No curso de jornalismo, por exemplo, a primeira turma será formada sem que nenhum aluno tenha pisado num laboratório de televisão. O curso de farmácia, tem prédio construído e um superlaboratório em pleno funcionamento. 

 

Prioridades erradas

Algumas prioridades e decisões do reitor, que pretende disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, também são questionadas. Os alunos querem saber, por exemplo, porque em Oiapoque, que acaba de fazer vestibular para quase 2 mil candidatos, a Unifap tem um campus com apenas duas salas. No município de Amapá, que tem uma população muito menor, o campus é 5 vezes maior.

 

Sabotagem ou má vontade, ou as duas coisas?

O secretário de Saúde de Macapá, Dorinaldo Malafaia (PSOL), tem penado bastante para contornar problemas criados pela própria equipe que administra as unidades de saúde. Alguns funcionários, possivelmente ligados ao governo anterior, estão deixando medicamentos ficarem vencidos de forma proposital. Em duas situações, no mesmo dia, unidades de saúde ficaram sem água porque alguém desligou os registros das cisternas.

 

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