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A deputada estadual reeleita Marília Góes (PDT) emitiu nota afirmando estranhar a decisão do juiz Reginaldo Andrade que a considerou inelegível por 8 anos. Segundo ela, o processo, movido pela coligação do então candidato a prefeito Camilo Capiberibe (PSB) em 2008 , estava parado por falta de provas. Ela garante que a sentença não inviabiliza sua posse no dia primeiro de janeiro. Abaixo a nota distribuída por sua assessoria. 

NOTA DE ESCLARECIMENTO

 

A respeito de uma possível inelegibilidade da deputada estadual Marilia Góes (PDT), referente à decisão do juiz eleitoral, Reginaldo Andrade, da 10ª Zona do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), proferida nesta sexta-feira, 26, esclarecemos:

1.    A denúncia que culminou na decisão de inelegibilidade é improcedente não havendo provas de ilícito eleitoral;

2.    A decisão não representa prejuízo para a posse da parlamentar reeleita no pleito 2014, como a deputada estadual mais votada do Estado do Amapá;

3. Causa estranheza que a decisão tenha sido proferida em pleno recesso forense da Justiça Eleitoral e ainda em um processo que estava trancado por falta de provas;

4.   Os efeitos de inelegibilidade só  incidem após os processos referentes a estes casos quando restarem transitado em julgado;

5.  A parlamentar interporá os recursos necessários incluindo o pedido de suspensão da decisão.

 

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