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Um laudo do Corpo de Bombeiros apresentado na Assembleia Legislativa aponta problemas na estrutura do Trapiche Eliezer Levy e pede a interdição do local. O laudo afirma que toda a estrutura em madeira está comprometida. 

Segundo o laudo, entregue na terça-feira, 19, pelo responsável sobre a vistoria do Trapiche, major Carlos Augusto, só o que está intacto é a estrutura em concreto.

“Os problemas são muitos, principalmente na estrutura feita em madeira. A passarela e a grade de proteção apresentam riscos aos visitantes. Apenas a estrutura em concreto armado está preservada”, enfatizou o major.

Toda estrutura de madeira está comprometida, diz laudo do CBM

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O laudo também apontou que os hidrantes, que seriam usados em casos de incêndios, estão danificados.

“É uma decisão da Secretaria de Turismo. Nós apenas entendemos a necessidade de impedir a entrada de pessoas no trapiche por conta dos problemas encontrados”, afirmou o engenheiro e assessor técnico do comando do Corpo de Bombeiros, tenente coronel Frederico Medeiros.

O laudo foi feito a pedido da Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa, que fez uma visita no local no dia 29 de abril. Os deputados foram acompanhados pela secretária de Turismo, Cyntia Lamarão e representantes da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinf), que informou que o projeto de revitalização do Trapiche já estava sendo finalizado. Também nesta terça-feira foi apresentado aos deputados, um levantamento primário que aponta que as obras devam custar cerca de R$ 1 milhão.

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“Foram mais de dois meses de trabalho para chegarmos ao orçamento. O relatório com todos os problemas detectados será encaminhado ao secretário de Infraestrutura. Depois vai ser apresentado ao governador para aprovação e, consequentemente a abertura da licitação”, explicou o coordenador de Planejamento e Projetos da Seinf, Odailson Benjamim.

 

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