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O delegado Daniel Mascarenhas, da Delegacia de Crimes Contra a Criança e Adolescente (Dercca), começou a ouvir nesta terça-feira, 11, os envolvidos na incineração do corpo que uma criança de um mês de vida, que morreu no Hospital da Mulher Mãe Luzia, na última quinta-feira, 6.

O delegado, que iniciou a apuração dos fatos no dia seguinte à incineração, já intimou todos os envolvidos. Alguns já foram ouvidos hoje. O governador Waldez Góes pediu que a apuração foi feita pela Polícia Civil e que tudo seja apurado até o fim.

O bebê morreu e foi incinerado no Hospital da Mulher Mãe Luzia

O bebê morreu e foi incinerado no Hospital da Mulher Mãe Luzia

Apesar de ter iniciado as audiências na manhã desta terça-feira, o delegado já sabe que o processo resultará no indiciamento dos responsáveis na forma do artigo 211 do Código Penal Brasileiro – que trata do crime de ocultação de cadáver.

Mascarenhas não divulgou outros detalhes para não comprometer as investigações. “Vamos oficializar os depoimentos. Contudo, até aqui, não identificamos o dolo, quando há a intenção. Foi um equívoco cometido de maneira culposa pela empresa terceirizada que presta os serviços de incineração de material biológico humano e hospitalar”, explicou o delegado.

A previsão é que ele encaminhe o inquérito ao Ministério Público até o final de agosto, quando o processo estiver concluído.

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