Compartilhamentos

A Marinha, por meio da Capitania dos Portos, informou que “suspendeu” sua participação nas buscas aos desaparecidos no naufrágio da balsa Rosa de Maio, ocorrido no último dia 12 no Rio Jari, no Sul do Amapá. Na prática, a Marinha encerra o trabalho na operação de resgate dos corpos alegando que a balsa está a uma profundidade impossível de ser alcançada por mergulhadores.

Por meio de nota, a corporação informou que as buscas na superfície compreenderam uma área equivalente a 17 campos de futebol. Foram utilizados um navio, duas lanchas e um helicóptero para sobrevoos, além quatro mergulhadores.

“Cabe salientar que o local onde houve o afundamento possui profundidades entre 35 e 40 metros, impossibilitando a ação dos mergulhadores do CBM-AP e do CBM-PA, ademais, há uma forte correnteza na região além de densa quantidade de troncos e árvores submersas”, diz a Marinha em nota.

Mesmo sem conseguir chegar à embarcação, a Capitania dos Portos abriu um inquérito que vai apurar as causas do acidente que vitimou cinco pessoas. Apenas uma pessoa teve o corpo encontrado até agora, do comandante da balsa, Cleomar Nunes, de 41 anos. O corpo dele foi encontrado a 60 quilômetros do local da tragédia.

No fim da tarde desta sexta-feira, 18, oficiais do Corpo de Bombeiros do Amapá começaram uma reunião para avaliar os resultados da operação. Até às 18 horas a reunião ainda não havia terminado.

Compartilhamentos