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Jair Zemberg –

A Polícia Civil de Macapá está tentando descobrir qual foi a verdadeira quantidade de crimes cometidos por dois homens presos em um hotel no Centro de Macapá esta semana. De acordo com a investigação, eles usavam o hotel como base para monitorar a rotina de empresários e funcionários de lojas do Centro Comercial para depois cometer os crimes, na maioria furtos em lojas que possuem cofres. Eles agiam sorrateiramente e não usavam armas.

Eles estão presos desde a última terça-feira, 6,depois de furtar mercadorias e dinheiro de uma loja. O valor não foi revelado. Com ajuda de imagens e testemunhas, as investigações levaram até um dos apartamentos do hotel onde os dois estavam hospedados.

Na delegacia, a dupla debochou da polícia e dos ladrões de Macapá. Fotos: Jair Zemberg

Na delegacia, a dupla debochou da polícia e dos ladrões de Macapá. Fotos: Jair Zemberg

Os detalhes da investigação não foram revelados, mas até a agora a Polícia Civil já reuniu indícios de que a dupla abriu ao menos 12 cofres sem usar explosivos e outras ferramentas mais pesadas. Os dois, um maranhense e outro paraense, são considerados ladrões profissionais..

No Ciosp do Pacoval, os dois debocharam da polícia e dos ladrões de Macapá, a quem chamaram de “pés de chinelo”.

Um deles desafiou os policiais afirmando que é capaz de abrir algemas e fechaduras em menos de cinco minutos. Os dois foram encaminhados para o Iapen, onde a polícia espera que fiquem por algum tempo.

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