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OLHO DE BOTO

Menores que fugiram mesmo algemados de uma viatura da Polícia Civil do Amapá na noite da última quarta-feira, 29, foram recapturados por uma equipe do 6º Batalhão da Polícia Militar na madrugada desta quinta, 1º.

Os menores fugiram por volta das 19h quando desembarcavam da viatura em frente ao Centro de Internação Provisória (CIP), no Bairro Novo Buritizal, Zona Sul de Macapá, para onde vão os menores infratores suspeitos de delitos.

Mesmo com as algemas, a dupla conseguiu ser rápida e entrou num táxi Siena branco, onde uma mulher de cabelos vermelhos aguardava, relataram os policiais.

A Polícia Civil pediu apoio da PM que iniciou as diligências. Por volta da 1h, denúncias anônimas levaram à irmã de um deles. Ela conduziu a guarnição até a área de pontes do Bairro do Muca, numa casa onde o irmão estava escondido.

Duas irmãs (de cabelos vermelhos) foram presas por ajudar na fuga. Fotos: Olho de Boto

Duas irmãs (de cabelos vermelhos) foram presas por ajudar na fuga. Fotos: Olho de Boto

“Mas chegando ao local ela deu alarme e ele fugiu. Ela nos levou depois até o São Lázaro e prendemos o segundo elemento que entregamos na Deiai (Delegacia Especializada em Investigação de Atos Infracionais)”, explicou o sargento Jorge Sá, que comandou as buscas.

Essa apreensão no São Lázaro não foi nada fácil. O menor fugiu ao perceber a aproximação da viatura da PM e pulou cercas de vários quintais até ser encurralado.

O segundo elemento, que pulou no lago no Bairro do Muca, continua foragido. A dupla é conhecida por furtos e roubos na Zona Sul.

A captura de um deles deu muito trabalhos para a PM

A captura de um deles deu muito trabalhos para a PM

Maria Divana Santana, de 23 anos, e Rosilane Santana, de 20 anos, irmãs de um dos menores, foram presas acusadas de ajudar na fuga da viatura da Polícia Civil. Uma terceira mulher, Priscila Nascimento Costa, de 20 anos, foi presa por desacato. 

Os policiais militares evitaram avaliar a conduta dos policiais civis que num descuido deixaram os menores fugirem. 

“É importante ter mais cuidado, porque hoje alguns dos piores bandidos são menores de idade”, concluiu o sargento Jorge Sá. 

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