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por SELES NAFES

Waldez Góes conseguiu levar para seu grupo político quase todos os candidatos que disputaram a prefeitura de Santana no ano passado. Ofirney Sadala (PHS), Marcivânia Flexa (PC do B), Isabel Nogueira (PT) e até a professora Zilma (DEM), que estava no grupo liderado pelo senador Davi Alcolumbre. A exceção é o ex-prefeito Robson Rocha (PR), o grande derrotado no pleito passado.

Zilma também teria migrado para o grupo politico de Waldez

Zilma também teria migrado para o grupo político de Waldez

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Empresário Fábio Renato

O empresário do setor de telecomunicações Fábio Renato, de 40 anos, é considerado uma das mentes mais privilegiadas do setor, opinião unânime entre os próprios empresários do mercado. Depois de ter adiado o projeto em 2014, ele vai se preparando para disputar o Senado Federal, e vai se cercando de grandes nomes do marketing eleitoral. De olho nele!

Lembrando que o Amapá terá duas vagas em 2018. A terceira é de Davi Alcolumbre, provável candidato ao governo do Estado. Em caso de vitória, Davi, que ainda teria mais 4 anos de mandato como parlamentar, será substituído pelo irmão e empresário Josiel Alcolumbre, seu primeiro suplente.

O prefeito de Clécio Luis (REDE) não anda muito satisfeito com o tratamento que tem recebido do Palácio do Setentrião. Tudo porque não foi convidado para algumas agendas envolvendo outros prefeitos. Já seu colega de partido, o senador Randolfe Rodrigues, tem sido chamado para algumas agendas, como no caso da inauguração da Ponte Binacional em março. Nessa ocasião, o senador e o governador foram vistos conversando muito.

Sem ministros, cerimônia contou com presença de autoridades locais do Amapá e Guiana Francesa

18 de março: Waldez abre a Ponte Binacional na companhia de senadores

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Ainda nesta semana, o governo deve criar uma comissão que vai discutir a reforma na legislação fundiária do Estado. O objetivo é adequar as regras do Amapá à legislação federal. Algumas normas usadas no Estado são consideradas omissas. Comissão terá 30 dias de prazo para apresentar a minuta do projeto de lei que será enviado à Assembleia Legislativa do Amapá.

A ideia é de que esse trabalho seja compatibilizando com o trabalho do Exército, que será o braço instrumental na transferência das terras da União.

Nem adianta pedir. A Superintendência da Infraero do Amapá não permite o acesso de jornalistas às obras de construção do novo Aeroporto Internacional de Macapá. Os jornalistas são orientados a procurar a assessoria de imprensa nacional da Infraero, que também diz não. 

 

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