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De Oiapoque, HUMBERTO BAÍA

Uma cooperativa de transporte alternativo de Oiapoque, município localizado a 590 quilômetros de Macapá, anunciou nesta segunda-feira (8) que está processando o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Na ação da entidade, que representa cerca de 70 profissionais, é pedido que as obras de manutenção da BR-156, sejam de fato realizados.

Em Oiapoque, nos meses de janeiro até julho as chuvas provocam grandes atoleiros. Os valores da passagem alternativa chegam a custar até R$ 400 por conta dos custos de manutenção dos veículos, segundo o grupo.

Preço das passagens são elevados nos alternativos por conta da péssimas situação da BR-156, reclamam os membros da cooperativa. Fotos: Humberto Baía

“Só que já não contabilizamos lucro com essa situação, pois o valor das peças de uma 4×4 é muito caro e pedimos no mínimo que seja feito algum trabalho para garantir a continuidade da obra na BR”, disse Pablo Brasil, presidente da cooperativa.

Os cooperados dizem que a ordem de serviço já foi assinada entre o governo do Estado e a empresa que fará a pavimentação do trecho de BR-156 entre o distrito do Carmo em Calçoene e o município de Oiapoque.

Recentemente, o GEA anunciou que a obra de pavimentação terá início quando as chuvas acalmarem, em agosto ou setembro.

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