Por RODRIGO ÍNDIO, de Macapá (AP)
O que era para ser uma rotina de limpeza terminou em um mal-entendido que movimentou as redes sociais no município de Santana, cidade a 17 km de Macapá. Na última terça-feira (20), um sofá colocado na calçada para secar após a higienização foi levado por pessoas que pensavam se tratar de um item descartado para doação.
O caso aconteceu em frente a um estabelecimento comercial localizado no bairro Aquaville Tucunaré. Segundo a empresária Monalisa Vanziler, proprietária do local, que vende açaí e galeto, o hábito de colocar o móvel ao sol após a higienização é frequente. No entanto, no momento do ocorrido, os funcionários estavam no interior da loja, finalizando a limpeza do expediente, e ninguém percebeu a retirada do sofá.
Ação registrada por câmeras
Imagens do circuito interno de segurança registraram a ação, ocorrida por volta das 13h11. No vídeo, de cerca de 35 segundos, um homem desce de um Fiat Palio prata, pega o sofá marrom-claro e o coloca no porta-malas do carro antes de deixar o local tranquilamente, à luz do dia.

O moradores desavisado chega, abre o porta malas…

…e dá um jeito de encontrar espaço para a mobília que despertou a atenção dele
Ao notar a falta do móvel, Monalisa checou as gravações e compartilhou o vídeo em grupos de mensagens do bairro Aquaville. Sem respostas imediatas, a publicação foi parar nas redes sociais, onde ganhou repercussão e acabou viralizando de forma bem-humorada.
A repercussão fez com que as imagens chegassem até os ocupantes do veículo. A responsável pela retirada do móvel, que também é empreendedora no ramo de alimentação na região, procurou Monalisa para devolver o sofá e esclarecer a situação.
Em vídeo gravado dentro do estabelecimento para tranquilizar os seguidores, a empresária confirmou a resolução do caso e o retorno do móvel ao local original.
“Foi um mal-entendido. A moça viu o sofá aqui na frente e pensou que era para doação. Pelos compartilhamentos e pela repercussão que teve, ela veio, trouxe de volta o sofá e pediu desculpa. Ela é trabalhadora, empreendedora igual a gente, e foi tudo resolvido”, declarou Monalisa.
O caso foi encerrado amigavelmente entre as partes, sem necessidade de intervenção policial.
